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sábado, 5 de julho de 2008

Países do G8 responsáveis por crise alimentar e aumento da pobreza

Os Invisíveis aos olhos do G8

O falhanço dos países do G8 no preço dos alimentos, alterações climáticas e agrocombustíveis coloca 1,7 mil milhões de pessoas - 25% da população mundial - em risco de fome, avisa a organização Action Aid no relatório "Cereal Offenders ", lançado a poucos dias do início da reunião do G8. É dito ainda de "os biocombustíveis foram acusados de contribuir até 30% para o aumento do preço dos alimentos, forçando 30 milhões de pessoas à fome crónica e colocando 260 milhões em insegurança alimentar.
Action Aid apela aos líderes do G8 para:
- apoiar uma moratória de 5 anos à expansão dos agrocombustíveis, prevenindo que áreas aráveis sejam convertidas em plantações para combustíveis.
- acabar com os subsídios e metas para o aumento do uso do etanol e biodiesel nos EUA e UE
- aumentar as fontes de energias renováveis em vez de subsidiar biocombustíveis.
A organização considera ainda que os países ricos devem apoiar mais os países pobres a lidar com os efeitos das alterações climáticas, já que eles são os mais vulneráveis e os que não têm culpa do problema. Pedem que os líderes do G8 devem financiar 55 biliões de dólares dos estimados 67 biliões dos custos anuais das alterações climáticas nos países pobres, bem como que acordem maiores metas de reduções das emissões até 2020.

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EDITORIAL

O êxodo constante dos habitantes das grandes cidades para as periferias leva necessariamente a que algumas elites intelectuais sejam também absorvidas pelo referido êxodo.
Na periferia, tais elites abrangem entre outras áreas tão vastas como a música, a literatura ou a pintura. Contudo os grandes palcos para a exibição destas expressões artísticas continuam no centro destas grandes cidades o que faz acrescer aos poderes locais e à sociedade civil em geral, responsabilidades acrescidas no sentido de dar expansão às acima mencionadas actividades.
É assim que hoje em Santo António dos Cavaleiros, como em outras periferias se encontram músicos, escritores e pintores, alguns dos quais já alcançaram lugares cimeiros no panorama nacional da cultura e outros que esperam e desesperam para ser revelados, para o que carecem por parte das entidades públicas apoios, não só para estes fins, como também para desfazer a ideia corrente de que estas periferias são unicamente habitadas por “gangues” ou delinquentes.
É esta convicção, entre outras razões que levam à criação deste blogue. Pretendemos essencialmente criar um espaço de divulgação das mais variadas expressões artísticas e um fórum de debate das problemáticas das zonas periféricas.
Está em princípio aberto a todos aqueles que na periferia sentem que não tem voz.

O sucesso deste espaço, depende da participação e colaboração de todos(as) aqueles(as) que de alguma maneira estejam ligados(as) a estas temáticas.
Colabora para a divulgação e publicação de artes plásticas, artesanato, músicas, romances, poemas e outras expressões artísticas não editados nos canais editoriais normais.

ESTE ESPAÇO É TEU, AJUDA A ALIMENTÁ-LO.
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