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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
A POESIA É P'RA BEBER
Livraria Bulhosa - Entrecampos, LisboaDia 30, Terça-feira, 18.30
Palavras na Bulhosa... Ode ao Vinho
A evocação de Baco - Um recital de poesia
Com Silvina Pereira e Júlio Martín
Com degustação de vinhos
Vinho Tinto Douro Calços do Tanha Reserva 2005
Vinho Tinto Douro Calços do Tanha Touriga Nacional 2005
Vinho Tinto Regional Alentejano Approbatus
E com Amor, Arte e Técnica se faz o Vinho
Ao princípio, caíram águas sobre águas; moviam-se nos verdes profundos da vida vegetal, por entre as miríficas criações que a Natureza ia desenvolvendo em mundos submersos, águas de esmeraldas límpidas, fonte de vida terrena. Depois, definiram espaços, ilhas de terra, as águas correndo por labirintos desconhecidos, recebendo do Sol a força de viver; a seguir, quando? como? Houve seres a jornadear pelos paraísos da oferta terrena e pelas naturais brutezas, temores das forças da Natureza e infinitas noites de medo. A mão humana obedeceu à abertura do cérebro e foi construíndo, lenta, deveras lentamente, as delícias do quotidiano. Assim aconteceu, quando? como? quem?, homens de diferentes caminhos descobriram, com engenho e saberes acumulados, em espelhados bagos sumarentos e açucarados pelo calor, um líquido de sabores e de aromas inesquecíveis, gerador de afectos e de emoções, tornando o Mediterrâneo num novo Paraíso, o da cultura do Vinho. Veja aqui o programa
Ao princípio, caíram águas sobre águas; moviam-se nos verdes profundos da vida vegetal, por entre as miríficas criações que a Natureza ia desenvolvendo em mundos submersos, águas de esmeraldas límpidas, fonte de vida terrena. Depois, definiram espaços, ilhas de terra, as águas correndo por labirintos desconhecidos, recebendo do Sol a força de viver; a seguir, quando? como? Houve seres a jornadear pelos paraísos da oferta terrena e pelas naturais brutezas, temores das forças da Natureza e infinitas noites de medo. A mão humana obedeceu à abertura do cérebro e foi construíndo, lenta, deveras lentamente, as delícias do quotidiano. Assim aconteceu, quando? como? quem?, homens de diferentes caminhos descobriram, com engenho e saberes acumulados, em espelhados bagos sumarentos e açucarados pelo calor, um líquido de sabores e de aromas inesquecíveis, gerador de afectos e de emoções, tornando o Mediterrâneo num novo Paraíso, o da cultura do Vinho. Veja aqui o programa
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Indícios de Oiro - 15/05/08
Casa Fernando Pessoa, dia 15 de Maio de 2008, 18h30Nesta data serão apresentados dois novos títulos da Indícios de Oiro. José Fanha falará de O Espírito do Lugar (poesia), de Orfeu B., e Da Janela do Meu Quarto e Outras Histórias Excêntricas (contos), de Albano Estrela, será introduzido por Ana Viana. Vítor Nobre lerá excertos de ambas as obras.
Casa Fernando Pessoa - Câmara Municipal de Lisboa
Rua Coelho da Rocha, nº 16, 1250-088 - Lisboa Portugal
Telf: + 351 21 391 32 75
sexta-feira, 21 de março de 2008
Dia Mundial da Poesia
SOLIDARIEDADEVamos, dêem as mãos.
Porquê esse ar de eterna desconfiança?
esse medo? Essa raiva?
Porquê essa imensa barreira
entre o Eu e o Nós na natural conjugação do verbo ser?
Vamos, dêem as mãos.
Para quê esses bons-dias, boas-noites,
se é um grunhido apenas e não uma saudação?
Para quê esse sorriso
se é um simples contrair da pele e nada mais?
Vamos, dêem as mãos.
Já que a nossa amargura é a mesma amargura,
Já que miséria para nós tem as mesmas sete letras,
Já que o sangrar de nossos corpos é o vergão da mesma chicotada,
fiquemos juntos,
sejamos juntos.
Porquê esse ar de eterna desconfiança?
esse medo? Essa raiva?
Vamos, dêem as mãos.
Mário Dionísio
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EDITORIAL
O êxodo constante dos habitantes das grandes cidades para as periferias leva necessariamente a que algumas elites intelectuais sejam também absorvidas pelo referido êxodo.
Na periferia, tais elites abrangem entre outras áreas tão vastas como a música, a literatura ou a pintura. Contudo os grandes palcos para a exibição destas expressões artísticas continuam no centro destas grandes cidades o que faz acrescer aos poderes locais e à sociedade civil em geral, responsabilidades acrescidas no sentido de dar expansão às acima mencionadas actividades.
É assim que hoje em Santo António dos Cavaleiros, como em outras periferias se encontram músicos, escritores e pintores, alguns dos quais já alcançaram lugares cimeiros no panorama nacional da cultura e outros que esperam e desesperam para ser revelados, para o que carecem por parte das entidades públicas apoios, não só para estes fins, como também para desfazer a ideia corrente de que estas periferias são unicamente habitadas por “gangues” ou delinquentes.
É esta convicção, entre outras razões que levam à criação deste blogue. Pretendemos essencialmente criar um espaço de divulgação das mais variadas expressões artísticas e um fórum de debate das problemáticas das zonas periféricas.
Está em princípio aberto a todos aqueles que na periferia sentem que não tem voz.
O sucesso deste espaço, depende da participação e colaboração de todos(as) aqueles(as) que de alguma maneira estejam ligados(as) a estas temáticas.
Colabora para a divulgação e publicação de artes plásticas, artesanato, músicas, romances, poemas e outras expressões artísticas não editados nos canais editoriais normais.
ESTE ESPAÇO É TEU, AJUDA A ALIMENTÁ-LO.
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Na periferia, tais elites abrangem entre outras áreas tão vastas como a música, a literatura ou a pintura. Contudo os grandes palcos para a exibição destas expressões artísticas continuam no centro destas grandes cidades o que faz acrescer aos poderes locais e à sociedade civil em geral, responsabilidades acrescidas no sentido de dar expansão às acima mencionadas actividades.
É assim que hoje em Santo António dos Cavaleiros, como em outras periferias se encontram músicos, escritores e pintores, alguns dos quais já alcançaram lugares cimeiros no panorama nacional da cultura e outros que esperam e desesperam para ser revelados, para o que carecem por parte das entidades públicas apoios, não só para estes fins, como também para desfazer a ideia corrente de que estas periferias são unicamente habitadas por “gangues” ou delinquentes.
É esta convicção, entre outras razões que levam à criação deste blogue. Pretendemos essencialmente criar um espaço de divulgação das mais variadas expressões artísticas e um fórum de debate das problemáticas das zonas periféricas.
Está em princípio aberto a todos aqueles que na periferia sentem que não tem voz.
O sucesso deste espaço, depende da participação e colaboração de todos(as) aqueles(as) que de alguma maneira estejam ligados(as) a estas temáticas.
Colabora para a divulgação e publicação de artes plásticas, artesanato, músicas, romances, poemas e outras expressões artísticas não editados nos canais editoriais normais.
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