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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
domingo, 3 de agosto de 2008
JOSÉ AFONSO: Antena 1, Música e Afectos
Armando Carvalhêda e António Macedo convidaram amigos de sempre para recordar a vida e a obra do Zeca, no dia em que passam 79 anos sobre a sua data de nascimento.
Manuel Faria (músico/produtor), Viriato Teles (jornalista/crítico), Jorge Cruz (músico/compositor) e João Lucas e João Afonso, que hão-de editar um disco onde o piano e a voz trazem de volta a obra de José Afonso, em duas horas de conversas, histórias e músicas tocadas ao vivo. Associação José Afonso
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terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
O grupo Terrakota no Palco dos Sons da Terra
O concerto que apresentamos realizou-se no passado dia 3 de Junho no teatro da Trindade em Lisboa, no encerramento do comício festa: "Abril Maio, agora aqui".O grupo Terrakota mostrou por que razão é considerado um dos melhores projectos musicais em Portugal.Energia, cor e música contagiaram os presentes que enchiam a velha plateia do Chiado.
Os Terrakota, baseiam grande parte da sua música nas harmonias e nos ritmos tradicionais e populares africanos. Quer em disco quer em palco usam instrumentos originários de vários pontos do globo, para além do baixo, da guitarra e da bateria.
Clique para ouvir em wma ou mp3.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
"QUE VIVA O ZECA" - Erva de Cheiro
Póvoa de Santo Adrião, 28 Junho (sábado), 22h30, Parque de jogos 25 de Abril.Espectáculo musical " QUE VIVA O ZECA", pelo Grupo Erva de Cheiro.
Recordamos que este espectáculo é uma homenagem a José Afonso, que este grupo tem exibido em todo o país, de há 16 meses a esta parte. www.ervadecheiro.com
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Maio 68 "É só um começo, continuamos o combate"
1968 foi um ano marcado por várias revoltas praticamente em todos os continentes. A juventude esteve na primeira linha na rejeição da ordem estabelecida e da sociedade de consumo. A denúncia da guerra americana no Vietname era um ponto de convergência nos Estados Unidos, nas universidades europeias, como Paris, Roma, Berlin, Londres e também no Japão.Este é o ano que os Sarkozys do mundo desejam apagar da memória.Sons da Terra dedica esta edição aos acontecimentos marcantes do Maio de 68, e desta forma junta-se a todos os que dizem...
"não esqueceremos!"
Sons da Terra, dedicado ao Maio 68: Clique para ouvir em wma ou mp3.
"não esqueceremos!"
Sons da Terra, dedicado ao Maio 68: Clique para ouvir em wma ou mp3.
O Bloco comemora os 40 anos do Maio de 68 com um grande encontro durante todo o sábado de 10 de Maio, a partir das 11h da manhã, no ISCTE, em Lisboa. Teatro, debates, concerto e comício, numa iniciativa marcada pela imaginação, crítica, intransigência e liberdade. VÊ Aqui o PROGRAMA COMPLETO
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Formação artística na Eclodir Azul, Orquestra de Percussão
Projectos com Valor, em Loures (Espectáculos, Formação e Workshops)Desde a sua criação a Orquestra de Percussão Eclodir Azul tem-se empenhado bastante na formação dos jovens e não só, colaborando com entidades públicas e instituições particulares para esse efeito. Das inúmeras actividades artísticas e educacionais realizadas pelo Eclodir Azul, podem se salientar as seguintes:
sábado, 22 de março de 2008
Dia Mundial da Água - 22 Março
A água é um património do planeta.
Cada povo é plenamente responsável pela qualidade das suas águas perante os olhos de todos.
A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial para a existência de vida.
Sem ela não haveria atmosfera, clima, vegetação e agricultura.
Sem ela o ser humano não teria o direito à vida. Sem ela não haveria vida.
O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos.
A água não é somente uma herança que recebemos; ela é sobretudo um legado que deixaremos aos nossos sucessores.
TODOS TEMOS O DEVER DE RESPEITAR ESTA DÁVIDA DA NATUREZA E PROTEGÊ-LA,
PORQUE DELA DEPENDE A NOSSA QUALIDADE DE VIDA!
Contribua para a promoção do exercício de uma cidadania mais consciente e participativa em torno das questões ambientais.
"Canção do Mar" - Dulce Pontes
Cada povo é plenamente responsável pela qualidade das suas águas perante os olhos de todos.
A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial para a existência de vida.
Sem ela não haveria atmosfera, clima, vegetação e agricultura.
Sem ela o ser humano não teria o direito à vida. Sem ela não haveria vida.
O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos.
A água não é somente uma herança que recebemos; ela é sobretudo um legado que deixaremos aos nossos sucessores.
TODOS TEMOS O DEVER DE RESPEITAR ESTA DÁVIDA DA NATUREZA E PROTEGÊ-LA,
PORQUE DELA DEPENDE A NOSSA QUALIDADE DE VIDA!
Contribua para a promoção do exercício de uma cidadania mais consciente e participativa em torno das questões ambientais.
"Canção do Mar" - Dulce Pontes
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
ESTE GOVERNO PREPARA-SE PARA ACABAR COM O ENSINO DE QUALIDADE NOS CONSERVATÓRIOS DE MÚSICA DO PAÍS
Já se suspeitava, mas agora é público: o Ministério da Educação quer mesmo acabar com a Escola de Música do Conservatório Nacional.
Se depender do Governo, a instituição de quase 180 anos, que já nos deu Maria João Pires, Bernardo Sassetti e tantos outros, tem os dias contados.
Já não se trata de destruí-la devagarinho, como até aqui – deixando-a cair aos bocados, com o órgão do século 18 a deteriorar-se ou o Salão Nobre quase a ruir sobre a plateia.
Desta vez, a Ministra quer fazer o serviço de uma só vez. Com três golpes tão rápidos e certeiros que, espera ela, ninguém vai sequer perceber o que se passa.
O primeiro golpe é acabar com os Cursos de Iniciação. Crianças dos 6 aos 9 anos de idade vão deixar de ter acesso às 6 horas semanais de instrumento, orquestra, formação musical, coro e expressão dramática hoje ministradas pelo Conservatório.
O segundo golpe é matar o Ensino Articulado. Adolescentes com talento musical já não poderão conciliar a formação artística de alto nível do Conservatório com a frequência às outras matérias da sua escola habitual. Quem quiser ser músico, a partir de agora, tem que decidir profissionalizar-se aos 10 anos de idade – sem poder voltar atrás.
Por fim, o golpe de misericórdia é dar cabo do Ensino Supletivo – o regime que tem formado, ao longo dos anos, a maior parte dos músicos portugueses. De Alfredo Keil a Pedro Abrunhosa, passando por centenas e centenas de outros.
Sem músicos, sem público educado para a música, já se vê o que este (des)Governo pretende: reduzir-nos ao silêncio e à ignorância.
Mas você não vai aceitar, pois não?
No dia 11 de Fevereiro, o Conservatório será visitado pela comissão nomeada pelo Ministério para aplicar estes 3 golpes ao ensino da música. Querem fazê-lo à boa moda deste Ministério: rápida e discretamente, como um facto consumado.
Contamos consigo para recebê-los com música. E com muito barulho.
Segunda feira, dia 11 de Fevereiro, às 10 da manhã, junte-se ao Coro de Protestos do Conservatório Nacional. Se é músico, traga o seu instrumento. Se é pai de aluno, traga os seus filhos (sabemos que o dia é mau e a hora incómoda, mas ficar sem o Conservatório ainda seria pior). Se é um simples amante da música, traga a sua voz.
Vamos gritar tão afinados que até a Ministra, que faz o género surda, vai ter que ouvir.
Dê um lamiré aos amigos, aos outros pais de alunos, àquele primo jornalista, aos colegas de orquestra ou da banda. E não falte. Vamos salvar enquanto é tempo a Escola de Música do Conservatório Nacional.
SE GOSTA DA MÚSICA,
ASSINE AQUI A PETIÇÃO E APOIE COMO PUDER O COMBATE A ESTAS MEDIDAS, QUE VÃO ATINGIR DE FORMA CATASTRÓFICA O ENSINO ESPECIALIZADO DA MÚSICA E TODOS AQUELES, EM ESPECIAL OS COM MENOS POSSIBILIDADES ECONÓMICAS, QUE LEGITIMAMENTE DESEJAM USUFRUIR DUM ENSINO PÚBLICO DA MÚSICA COM QUALIDADE!
Se depender do Governo, a instituição de quase 180 anos, que já nos deu Maria João Pires, Bernardo Sassetti e tantos outros, tem os dias contados.
Já não se trata de destruí-la devagarinho, como até aqui – deixando-a cair aos bocados, com o órgão do século 18 a deteriorar-se ou o Salão Nobre quase a ruir sobre a plateia.
Desta vez, a Ministra quer fazer o serviço de uma só vez. Com três golpes tão rápidos e certeiros que, espera ela, ninguém vai sequer perceber o que se passa.
O primeiro golpe é acabar com os Cursos de Iniciação. Crianças dos 6 aos 9 anos de idade vão deixar de ter acesso às 6 horas semanais de instrumento, orquestra, formação musical, coro e expressão dramática hoje ministradas pelo Conservatório.
O segundo golpe é matar o Ensino Articulado. Adolescentes com talento musical já não poderão conciliar a formação artística de alto nível do Conservatório com a frequência às outras matérias da sua escola habitual. Quem quiser ser músico, a partir de agora, tem que decidir profissionalizar-se aos 10 anos de idade – sem poder voltar atrás.
Por fim, o golpe de misericórdia é dar cabo do Ensino Supletivo – o regime que tem formado, ao longo dos anos, a maior parte dos músicos portugueses. De Alfredo Keil a Pedro Abrunhosa, passando por centenas e centenas de outros.
Sem músicos, sem público educado para a música, já se vê o que este (des)Governo pretende: reduzir-nos ao silêncio e à ignorância.
Mas você não vai aceitar, pois não?
No dia 11 de Fevereiro, o Conservatório será visitado pela comissão nomeada pelo Ministério para aplicar estes 3 golpes ao ensino da música. Querem fazê-lo à boa moda deste Ministério: rápida e discretamente, como um facto consumado.
Contamos consigo para recebê-los com música. E com muito barulho.
Segunda feira, dia 11 de Fevereiro, às 10 da manhã, junte-se ao Coro de Protestos do Conservatório Nacional. Se é músico, traga o seu instrumento. Se é pai de aluno, traga os seus filhos (sabemos que o dia é mau e a hora incómoda, mas ficar sem o Conservatório ainda seria pior). Se é um simples amante da música, traga a sua voz.
Vamos gritar tão afinados que até a Ministra, que faz o género surda, vai ter que ouvir.
Dê um lamiré aos amigos, aos outros pais de alunos, àquele primo jornalista, aos colegas de orquestra ou da banda. E não falte. Vamos salvar enquanto é tempo a Escola de Música do Conservatório Nacional.
SE GOSTA DA MÚSICA,
ASSINE AQUI A PETIÇÃO E APOIE COMO PUDER O COMBATE A ESTAS MEDIDAS, QUE VÃO ATINGIR DE FORMA CATASTRÓFICA O ENSINO ESPECIALIZADO DA MÚSICA E TODOS AQUELES, EM ESPECIAL OS COM MENOS POSSIBILIDADES ECONÓMICAS, QUE LEGITIMAMENTE DESEJAM USUFRUIR DUM ENSINO PÚBLICO DA MÚSICA COM QUALIDADE!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
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EDITORIAL
O êxodo constante dos habitantes das grandes cidades para as periferias leva necessariamente a que algumas elites intelectuais sejam também absorvidas pelo referido êxodo.
Na periferia, tais elites abrangem entre outras áreas tão vastas como a música, a literatura ou a pintura. Contudo os grandes palcos para a exibição destas expressões artísticas continuam no centro destas grandes cidades o que faz acrescer aos poderes locais e à sociedade civil em geral, responsabilidades acrescidas no sentido de dar expansão às acima mencionadas actividades.
É assim que hoje em Santo António dos Cavaleiros, como em outras periferias se encontram músicos, escritores e pintores, alguns dos quais já alcançaram lugares cimeiros no panorama nacional da cultura e outros que esperam e desesperam para ser revelados, para o que carecem por parte das entidades públicas apoios, não só para estes fins, como também para desfazer a ideia corrente de que estas periferias são unicamente habitadas por “gangues” ou delinquentes.
É esta convicção, entre outras razões que levam à criação deste blogue. Pretendemos essencialmente criar um espaço de divulgação das mais variadas expressões artísticas e um fórum de debate das problemáticas das zonas periféricas.
Está em princípio aberto a todos aqueles que na periferia sentem que não tem voz.
O sucesso deste espaço, depende da participação e colaboração de todos(as) aqueles(as) que de alguma maneira estejam ligados(as) a estas temáticas.
Colabora para a divulgação e publicação de artes plásticas, artesanato, músicas, romances, poemas e outras expressões artísticas não editados nos canais editoriais normais.
ESTE ESPAÇO É TEU, AJUDA A ALIMENTÁ-LO.
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Na periferia, tais elites abrangem entre outras áreas tão vastas como a música, a literatura ou a pintura. Contudo os grandes palcos para a exibição destas expressões artísticas continuam no centro destas grandes cidades o que faz acrescer aos poderes locais e à sociedade civil em geral, responsabilidades acrescidas no sentido de dar expansão às acima mencionadas actividades.
É assim que hoje em Santo António dos Cavaleiros, como em outras periferias se encontram músicos, escritores e pintores, alguns dos quais já alcançaram lugares cimeiros no panorama nacional da cultura e outros que esperam e desesperam para ser revelados, para o que carecem por parte das entidades públicas apoios, não só para estes fins, como também para desfazer a ideia corrente de que estas periferias são unicamente habitadas por “gangues” ou delinquentes.
É esta convicção, entre outras razões que levam à criação deste blogue. Pretendemos essencialmente criar um espaço de divulgação das mais variadas expressões artísticas e um fórum de debate das problemáticas das zonas periféricas.
Está em princípio aberto a todos aqueles que na periferia sentem que não tem voz.
O sucesso deste espaço, depende da participação e colaboração de todos(as) aqueles(as) que de alguma maneira estejam ligados(as) a estas temáticas.
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